Três Passos têm seis casos de dengue sob investigação, concentrados nos bairros Erico Verissimo e Santa Inês – Rádio Alto Uruguai | FM 92,5 – FM 106,1
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Três Passos têm seis casos de dengue sob investigação, concentrados nos bairros Erico Verissimo e Santa Inês

Primeiros resultados oficiais encaminhados pelo Laboratório Central do Estado devem começar a chegar na segunda-feira

5 de abril de 2019
Rosicler Seghetto e Adelaide Herz concederam entrevista à Rádio 92 FM nesta sexta-feira (Foto: Rádio Alto Uruguai)

Subiu para 42 o número de casos de dengue contraída dentro do Estado, chamados de autóctones. O balanço foi publicado nesta quinta-feira (04) pelo Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), com dados até o dia 30 de março.

Após o RS ter passado o ano de 2018 pela primeira vez sem casos transmitidos dentro do território, a doença neste ano já foi confirmada em 18 cidades. Dessas, a maior concentração é na região Noroeste, com 20 casos em 11 cidades (Cândido Godói, Erval Seco, Horizontina, Ijuí, Panambi, Santa Rosa, Santo Ângelo, Santo Antônio das Missões, Tenente Portela, Três de Maio e Tuparendi). Outros 19 municípios tiveram 39 casos importados, quando a pessoa contraiu a doença em outro Estado. Ao total, neste ano de 2019, são 483 casos notificados até o momento, com 81 casos confirmados e 133 ainda em investigação.

Situação em Três Passos

A secretária de Saúde de Três Passos, Maria Adelaide Herz, e a coordenadora dos programas de agentes de endemias e de agentes comunitários de saúde do município, Rosicler Seghetto, concederam entrevista à Rádio 92 FM nesta sexta-feira, trazendo informações atualizadas a respeito do combate à dengue no município.

Três Passos está com seis casos de dengue sob investigação, ou seja, pacientes que apresentaram os sintomas da dengue. Dos seis casos, cinco deles são de moradores que residem no bairro Erico Verissimo (duas mulheres e três homens), além de um caso no bairro Santa Inês (um homem).

Quando a pessoa apresenta os principais sintomas da dengue (febre alta, dor no corpo, dor nas articulações, dor muscular, mal estar, manchas vermelhas na pele, ânsia de vômito, diarreia) as primeiras medidas são tomadas na unidade de saúde ou no hospital. Em um primeiro momento é feito a sorologia, uma espécie de exame realizado em laboratório do próprio hospital ou indicado pela unidade de saúde. “Mas para confirmação de situação epidemiológica, é necessária a confirmação do Lacen – Laboratório Central do Estado”, afirma a secretária municipal de Saúde, Maria Adelaide Herz.

Segundo ela, na próxima semana, talvez já na segunda-feira, algum dos exames já encaminhados ao Lacen possam ter o resultado já confirmado.

É importante que todas as pessoas que tenham os sintomas principais da dengue, que procurem uma unidade de saúde de referência, ou o plantão do hospital (nos finais de semana ou à noite), a fim de ser realizado o manejo dos sintomas.

No município, além da Secretaria de Saúde, as secretarias do Meio Ambiente e de Obras, principalmente, estão mobilizadas no trabalho de prevenção e combate aos focos do mosquito transmissor da dengue.

“Estamos monitorando cerca de nove quarteirões em volta das casas desses seis moradores que apresentaram os sintomas de dengue, para eliminar qualquer tipo de criadouro, daí a importância da comunidade ajudar nesse trabalho, revisando todos os pontos de sua casa e de seus pátios, para evitar a proliferação”, destaca Adelaide.

A secretária relatou que é enorme a quantidade de lixo que está sendo retirada de diversos lotes urbanos nestes últimos dias, a partir do trabalho das equipes de combate à dengue e de endemias.

A enfermeira Rosicler Seghetto, que coordena o trabalho dos agentes de endemias, afirma que o trabalho de mutirão no combate aos focos e criaduros de mosquito está intensificado desde fevereiro. “São cerca de 50 pessoas trabalhando nesta questão diariamente, sendo que juntamos os agentes comunitários de saúde com os agentes de endemias”.

As equipes entram nas residências, fazem as vistorias nos pátios e orientando os moradores.

Os primeiros mutirões foram realizados nos bairros Pindorama e Glória. Após a descoberta dos casos suspeitos, que se concentram principalmente no bairro Erico Verissimo, as equipes foram deslocadas para este local e também estão abrangendo mais pontos da cidade.

A prefeitura também pede que as pessoas evitem de coletar água da chuva em recipientes ou caixas d’água, pelo menos nos próximos dois meses, para que o enfrentamento à proliferação do mosquito transmissor da dengue possa ser mais efetivo. “Quando há incidência de dengue, a situação fica mais crítica nos meses de abril e maio”, destaca a Adelaide.

O município adquiriu esta semana e já repassou a todos os agentes, um produto para aplicação nas casas e pátios nos pontos em que há água parada, para matar qualquer tipo de larva. “É um produto natural e que não causa reação adversa para pessoas nem animais”, confirma a secretária de Saúde.

De acordo com Rosicler Seghetto, na próxima segunda-feira, dia 8 de abril, haverá um mutirão de combate a focos da dengue, com agentes de endemias e de saúde, principalmente às margens da BR 468, entre os bairros Erico Verissimo e Santa Inês.

Em muitos pontos, principalmente onde há grande acúmulo de lixo em áreas abertas, a vigilância ambiental do município está fiscalizando, notificando e dando prazo para que os moradores regularizem a situação, visto que há cidade o trabalho de recolhimento diários de resíduos.

A secretária de Saúde também relatou os cuidados redobrados que as pessoas devem ter com as piscinas que estão montadas nos pátios das casas, evitando que haja pontos com água parada. “Muitas piscinas estão abandonadas, segundo relato da fiscalização, e esses são os ambientes propícios para o mosquito se desenvolver”.

Rosicler ainda destacou que as equipes da vigilância sanitária, vigilância ambiental e vigilância epidemiológica do município estão trabalhando de forma muito mobilizada no recebimento de denúncias por parte da comunidade. As denúncias podem ser encaminhadas diretamente à Secretaria Municipal de Saúde, pelo telefone 3522-0430, ou diretamente para os agentes de saúde ou de endemias.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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