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Três Passos: Entidades empresariais defendem mudanças no plano de distanciamento controlado

De acordo com o presidente da Cacis, estudos demonstram que não existem evidências de que o aumento recente de internações por Covid-19 esteja ligado à circulação de pessoas em estabelecimentos empresariais

8 de julho de 2020
Centro Empresarial, onde estão sediadas as duas principais entidades empresariais do município (Foto: Arquivo)

Assim como acontece em outras partes do Estado, no município de Três Passos, que esta semana está pela primeira vez sob as regras de distanciamento da bandeira vermelha, as entidades empresariais, como Cacis e Sindilojas Celeiro, defendem mudanças no plano de distanciamento controlado, iniciativa gerida pelo governo estadual e que impõe uma série de restrições a atividades comerciais e de prestação de serviços.

De acordo com Mauro Huber, presidente da Cacis, entidades como Federasul e Fecomércio, que representam em nível estadual os anseios de cada associação comercial ou sindicato de lojistas dos municípios, já realizaram estudos que demonstram que não existem evidências de que o aumento recente de internações por Covid-19 esteja ligado à circulação de pessoas em estabelecimentos empresariais.

“Há uma percepção de que as aglomerações acontecem em outros locais e, principalmente, após o horário de expediente do comércio”, destaca Mauro.

Buscando alternativas que diminuam as restrições impostas pelo atual protocolo da bandeira vermelha, que limita o funcionamento de uma série de atividades, Cacis e Sindilojas estão reunindo informações sobre os prejuízos que esse período de pandemia tem gerado, em termos de desemprego, fechamento de empresas, diminuição da renda, queda nas vendas e na produção, número de encaminhamentos de auxílio emergencial e de FGTS.

O presidente da Cacis diz que os empresários não estão tendo facilidade para conseguir acessar as linhas de crédito que possibilitariam um alívio para muitos negócios.

Após reunião conjunta entre dirigentes de Cacis, Sindilojas e CDL, na manhã de terça-feira (07), as entidades também estão buscando agendar reuniões, ao longo desta semana, com a administração municipal e com órgãos como o Ministério Público, para debater um ponto de equilíbrio nas medidas impostas, que não prejudique quase que exclusivamente as pequenas e médias empresas.

Mauro diz que o comércio compreende e também reconhece os cuidados com a saúde das pessoas como prioridade. Mas que isso não pode estar dissociado da manutenção do emprego e da renda. “É necessário que as autoridades digam quais medidas estão sendo tomadas para que a estrutura de saúde esteja pronta a atender a demanda regional, a fim de que isso não acarrete o fechamento de uma parte do comércio e dos serviços, setor que não está dando causa ao aumento no número de casos e apenas quer ver mantidas as suas atividades e sua sobrevivência”, destaca.

As entidades também estão preocupadas quanto à necessidade de uma uniformidade nas medidas, em nível regional. “Muitos municípios vizinhos não estão aplicando medidas restritivas e de cuidados de higienização, levando uma vida quase sem limitações e com circulação em Três Passos”, pondera o presidente da Cacis.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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