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Três Passos, Bom Progresso, Esperança e Tiradentes do Sul passam a ter atendimento da Patrulha Maria da Penha

38 municípios foram contemplados com unidades da iniciativa

7 de abril de 2020
Número de municípios contemplados pelo programa teve aumento de 82% (Foto: Brigada Militar / Divulgação)

A Brigada Militar (BM) aumenta as Patrulhas Maria da Penha, ampliando em 82% o número de municípios atendidos no Rio Grande do Sul. No ano passado, o programa já estava presente em 46 cidades e, ao final de março de 2020, mais 38 municípios foram contemplados com unidades da iniciativa, que existe há oito anos.

Entre os municípios abrangidos está Três Passos, Bom Progresso, Esperança do Sul e Tiradentes do Sul, que integram o 7º BPM.

As Patrulhas Maria da Penha são a principal estratégia do Comando-geral da BM para somar esforços com a rede de proteção estadual, que envolve várias instituições, na busca pela redução dos feminicídios e da violência contra a mulher no RS.

A patrulha foi implementada no 7°BPM neste mês de abril e atuará, em um primeiro momento, nos municípios da comarca com sede em Três Passos. Por hora, estão sendo cadastradas as medidas protetivas de urgência e feito o treinamento do efetivo.

As patrulhas Maria da Penha são compostas de uma guarnição, com no mínimo dois policiais, entre os quais preferencialmente ao menos uma mulher. Os agentes são especialmente capacitados para atuar no atendimento de ocorrências relacionadas à violência contra a mulher. Em um primeiro momento, a patrulha no âmbito do 7º BPM deverá contar com quatro policiais envolvidos, e pelo menos uma policial feminina.

A partir do deferimento pelo Judiciário de medidas protetivas, remetidas diretamente aos comandos regionais das unidades operacionais nos municípios, as patrulhas iniciam o acompanhamento presencial das mulheres acolhidas. Também nesta fase inicial, deverão ser cumpridos pelo menos 50 acompanhamentos no âmbito do 7º BPM.

As equipes fazem visitas nas residências ou locais indicados pelas vítimas a partir de um itinerário que prioriza em termos de frequência os casos de maior gravidade.

No primeiro trimestre de 2020, em todo o Estado, foram cadastradas 5.039 mulheres vítimas de violência, que passaram a ser visitadas pelos policiais militares com o intuito de verificar se as medidas protetivas de urgência estão sendo cumpridas. As patrulhas realizaram 7.460 visitas, mantendo a rede de proteção atenta às situações consideradas mais graves.

Também foram realizadas 45 palestras de prevenção à violência doméstica, ferramenta considerada importante para encorajar mais mulheres a buscar ajuda e, assim, romper o ciclo de violência. Outro número significativo é o quantitativo de prisões de agressores: 42 no total, flagrados descumprindo medida protetiva de urgência.

Em oito anos operando no RS, o programa Patrulha Maria da Penha tem 88.340 vítimas cadastradas, 2.320 palestras de prevenção realizadas, 122.587 visitas realizadas e 1.054 prisões por descumprimento de medida protetiva de urgência.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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