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Suspeita inicial é de que focos de gafanhotos na região Celeiro são infestação local

Levantamentos preliminares em Santo Augusto e São Valério do Sul indicam infestações descentralizadas, não passíveis de formação de nuvens

1 de dezembro de 2020
(Fotos: Luiz Carlos Pommer/STR/Divulgação)

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) iniciou nesta segunda-feira (30) investigação sobre surtos de gafanhotos em Santo Augusto e São Valério do Sul. Os registros foram feitos nas localidades Santo Antônio e São Valentim, em Santo Augusto, e de Pinhalzinho e São Bento, no interior de São Valério do Sul. As informações de ocorrência partiram dos produtores, sindicatos rurais e entidades da região.

“Estamos averiguando a situação, mas, segundo as informações obtidas, não se tratam de gafanhotos migratórios da espécie Schistocerca cancellata, com a Portaria de emergência vigente. A ocorrência de surtos de gafanhotos de diversas espécies é esperada devido às condições climáticas e a época do ano”, tranquiliza o agrônomo Ricardo Felicetti, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da Seapdr.

Conforme Felicetti, os levantamentos preliminares indicam infestações descentralizadas, não passíveis de formação de nuvens. A suspeita é que se trata de uma espécie endêmica e comum. “A preocupação maior é a ocorrência de surtos de Schistocerca cancellata, já que o potencial de infestação e danos é maior. Há equipes diligenciando a região para o monitoramento e orientação aos produtores. A secretaria está avaliando as medidas necessárias de resposta, havendo necessidade”, explica.

Os gafanhotos identificados em lavouras da região Celeiro, portanto, não teriam origem na região de Missiones, na Argentina, onde na semana passada o Serviço Nacional de Saúde e Segurança Agroalimentar (Senasa) identificou gafanhotos do gênero Zoniopoda e da espécie Chromacris speciosa. Apesar de próximos, a cerca de 20 quilômetros da gaúcha Porto Xavier, os tipos detectados lá têm pouca mobilidade e não andam em grupos, mas podem ter o desenvolvimento local favorecido pelo tempo quente e seco. Dois grupos de técnicos da Secretaria da Agricultura fazendo diligências na Fronteira e Região Noroeste.

Há cinco meses, nuvens na Argentina do gafanhoto migratório sul-americano (Schistocerca cancellata) deixaram o Estado em alerta e levaram ao decreto de emergência fitossanitária no sul do país. Especialistas apontam que aqueles grupos foram controlados em ações das autoridades argentinas, impedindo o desenvolvimento de novas gerações.

Informações de surtos devem ser encaminhadas à Seapdr, por meio dos canais de comunicação listados abaixo, ou à rede de vigilância, composta pelas inspetorias e escritórios de defesa agropecuária da secretaria e os escritórios municipais da Emater/RS-Ascar.

Canais de comunicação de surtos:
Whatsapp: (51) 8412 9961
E-mail: [email protected]
Atendimento DDSV: (51) 3288-6289, 3288-6294

Equipes da secretaria estão averiguando as informações sobre surto de gafanhotos na região noroeste. (Foto: Divulgação/Seapdr)

Fonte: Rádio Alto Uruguai - Com informações da Seapdr e Gaúcha ZH

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