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Sobe para 22 o número de municípios monitorados pelo surto de gafanhotos na região Noroeste

Técnicos da Secretaria da Agricultura seguem acompanhando movimento dos insetos.

14 de dezembro de 2020
Espécie Zoniopoda iheringi tem cor verde com terminações das pernas avemelhadas Entomologia (Foto: Ufpel)

O surto de gafanhotos que atinge o Rio Grande do Sul segue sendo monitorado em 22 cidades, pela Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. O foco de atenção é o noroeste gaúcho, mas, de acordo com os técnicos da pasta, não há motivos para grandes preocupações, já que a maior incidência dos insetos permanece concentrada nas áreas de mata nativa e não nas de lavoura.

De acordo com Ricardo Felicetti, chefe da divisão de Defesa Vegetal da Secretaria da Agricultura, as cidades acompanhadas de perto são Bom Progresso, Campo Novo, Chiapeta, Coronel Bicaco, Santo Augusto, São Valério do Sul, Redentora, Braga, Nova Ramada, São Martinho, Alegria, Boa Vista do Buricá, Catuípe, Humaitá, Ijuí, Independência, Inhacorá, Nova Candelária, Palmeira das Missões, São José do Inhacorá, Sede Nova e Três de Maio.

— Os focos de trabalho permanecem concentrados nessa região de monitoramento. Continuaremos trabalhando assim nesta semana. Até o momento, não registramos danos relevantes nas lavouras, somente nas adjacências. E o que vimos estamos avaliando ainda se foram, realmente, provocados pelos gafanhotos ou outro tipo de praga. Fazemos essa ponderação, porque é muito comum o aparecimento de pragas nas lavouras nesta época do ano. Por enquanto, os prejuízos são visíveis nas matas nativas — afirma Felicetti.

O chefe da divisão de Defesa Vegetal do Estado informa ainda que os municípios de Santo Augusto e São Valério do Sul são os que registram o maior número de incidências de gafanhotos neste momento, mas não especificou quantos focos são ao todo.

Foram identificadas duas espécies de gafanhotos na região noroeste: a Zoniopoda iheringi e ninfas de Chromacris speciosa. Ambas pertencem à mesma família, a Romaleidae, que não tem hábitos migratórios. Os insetos são diferentes da espécie migratória sul-americana (Schistocerca cancellata), que formou grandes nuvens na Argentina em junho e levou o Estado à condição de emergência fitossanitária.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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