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Setor do Agronegócio aguarda juros menores no novo Plano Safra

Anúncio do novo Plano Safra será na próxima quarta-feira e gera expectativa de taxas inferiores às atuais.

13 de junho de 2020
(Foto: Arquivo/Divulgação/Fecoagro)

O governo federal vai anunciar o Plano Safra 2020/2021 na próxima quarta-feira (17). Até o momento, não há confirmação sobre o volume de recursos ou as taxas de juros a serem praticadas. Nas últimas semanas, alguns noticiários chegaram a apontar que as taxas de financiamento ficariam um pouco menores que as do plano atual, de 4,6% ao ano para a agricultura familiar, 6% para produtores médios e 8% para os demais produtores. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, não confirmou o recuo, mas sinalizou que os recursos serão semelhantes aos do Plano Safra 2019/2020, de R$ 10 bilhões.

O economista-chefe da Farsul, Antônio Da Luz, lembra que, antes da pandemia, a federação insistia que a taxa de juros deveria ficar em 3%, acompanhando a queda da Taxa Selic, que hoje está neste patamar. Segundo ele, com a crise econômica, dificilmente será alcançado esse percentual. Da Luz pondera que não vai adiantar firmar posição numa taxa muito baixa, pois corre-se o risco de os bancos não quererem emprestar recursos.

Carlos Joel da Silva, presidente da Fetag, afirma que taxas de 3% a 4% ao ano para a agricultura familiar, como as aventadas nas últimas semanas “sepultariam o segmento”. De acordo com Joel, o aceitável seriam juros de 1% a 2% para a agricultura familiar e de no máximo a Taxa Selic para os demais.

Fonte: Correio do Povo

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