Santa Rosa é a primeira cidade do Noroeste a oferecer medicamento anti-HIV – Rádio Alto Uruguai | FM 92,5 – FM 106,1
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Santa Rosa é a primeira cidade do Noroeste a oferecer medicamento anti-HIV

A Profilaxia Pré-Exposição faz parte da estratégia de prevenção ao HIV. A prescrição faz parte de um programa acompanhado pelo município.

12 de fevereiro de 2019
O medicamento não dispensa o uso de preservativos. (Foto: Divulgação/ SES)

O medicamento para a Profilaxia Pré-Exposição, usado para prevenção ao HIV, passou a ser disponibilizado a partir deste ano na cidade de Santa Rosa. O município é o primeiro da região Noroeste a contar com o tratamento. As outras cidades gaúchas habilitadas são Porto Alegre, Caxias do Sul, Gravataí, Lajeado, Novo Hamburgo, Rio Grande, São Leopoldo e Sapucaia do Sul. As cidades de Canoas, Pelotas e Viamão serão as próximas a oferecer a medicação.

A Profilaxia Pré-Exposição faz parte da estratégia de prevenção ao HIV. A prescrição faz parte de um programa que envolve vínculo e acompanhamento clínico por parte de uma equipe de saúde do município. O medicamento não dispensa o uso de preservativos, já que não previne as Infecções Sexualmente Transmissíveis. Quem se considera em situação sexual de risco deve procurar diretamente o serviço. O tratamento, porém, é oferecido apenas para usuários do município onde o serviço foi habilitado.

A coordenadora da Política de IST/Aids da Secretaria da Saúde, Ana Lúcia Baggio, ressalta que o medicamento deve ser tomado diariamente. “O uso correto reduz o risco de infecção por HIV em mais de 90%”, relata. Ana Lúcia informa que hoje mais de 600 pessoas estão cadastradas no estado para receber o medicamento.

Nos últimos anos, o RS figura sistematicamente entre os primeiros estados do Brasil em casos de Aids, com taxas de detecção do HIV muito superiores à média nacional. “Estamos no terceiro lugar em casos de Aids no Brasil”, declara a coordenadora. Baggio diz que a taxa de detecção de Aids em 2017 no Rio Grande do Sul foi de 29,4 casos a cada 100 mil habitantes. “Mesmo com uma redução de 36,2% entre os anos de 2007 e 2017, o RS ainda apresenta uma taxa superior à do Brasil, que é de 18,3 casos por 100 mil habitantes”, informa.

Fonte: Rádio Alto Uruguai - Com informações do Governo do RS

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