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Regiões de Lajeado e Passo Fundo são as de maior risco para coronavírus no RS

Noroeste, Região Metropolitana e Serra estão, no momento, um nível abaixo, com bandeira laranja

30 de abril de 2020
Ruas de Lajeado passaram por higienização para conter contaminação do coronavírus (Foto: Giovane Marasca / Divulgação / Prefeitura de Lajeado)

A cidade de Estrela, onde esteve um dos pacientes que teve caso de coronavírus confirmado em Três Passos, nesta quarta-feira (29), fica justamente em uma das regiões classificadas como de maior risco por coronavírus no RS: o Vale do Taquari. O paciente, de 70 anos de idade, esteve naquele município durante o feriadão de páscoa.

O governo do Estado finalizou, ontem, a classificação de risco por coronavírus em cada localidade do território gaúcho. As regiões de Lajeado, no Vale do Taquari, e Passo Fundo, no norte do estado, foram consideradas as de maior risco no Rio Grande do Sul, incluídas na bandeira vermelha, categorização que fica atrás apenas da preta, que representa risco máximo. A classificação contabiliza, entre outras variáveis, incidência e velocidade de proliferação do vírus, e ocupação de leitos de UTI.

A região Noroeste, que inclui os 21 municípios da Amuceleiro, está classificada neste momento com a bandeira laranja, o antepenúltimo grau de risco, ao lado das regiões de Porto Alegre (incluindo entorno de Canoas e de Novo Hamburgo), Caxias do Sul e Santa Maria. Hoje, nenhuma região ou setor do Rio Grande do Sul estaria com bandeira preta, de restrição máxima das atividades econômicas.

Como as bandeiras (de cores preta, vermelha, laranja e amarela) são definidas a partir dos dados atualizados de incidência do vírus e dos leitos de UTI, essas classificações podem mudar até que o novo modelo do governo do Estado seja colocado em funcionamento.

Hoje à tarde, o governador Eduardo Leite vai apresentar os detalhes do novo modelo, em entrevista coletiva, no Palácio Piratini. Antes disso, ainda dialoga sobre o novo plano com prefeitos e setores econômicos.

Os protocolos que serão usados, em cada região, para cada setor produtivo, diante de cada nível de risco, ainda estão sendo definidos. O Piratini abriu um prazo, até sábado, dia 2 de maio, para que entidades e prefeitos façam sugestões de protocolos técnicos. Foram definidas 50 atividades produtivas, que terão regras próprias em cada nível.

Por conta desse detalhamento técnico, o novo modelo de distanciamento social deve ser implementado apenas na próxima semana, muito provavelmente a partir do dia 6 de maio.

Um dos maiores focos de pressão de deputados, líderes religiosos e prefeitos, tem sido o funcionamento das igrejas. Ainda não está claro se nesta quinta-feira Leite manterá o limite de 30 pessoas ou se aceitará a sugestão de pastores evangélicos de definir percentual de 25% a 30% da capacidade dos templos.

O presidente da Famurs e prefeito de Palmeira das Missões, Eduardo Freire, manifestou-se contrário à ideia de flexibilizar as restrições aos encontros religiosos. E justificou: “Não se trata de atividade econômica essencial, nem de saúde pública. É possível a cada fiel professar sua crença sem aglomerações que colocam a vida em em risco”.

Outro setor em que há forte pressão sobre o governo é o dos hospitais, que querem ampliar os procedimentos eletivos porque estão perdendo receita com a redução das consultas e das cirurgias. Os prefeitos temem que a volta da ambulancioterapia acabe por se tornar um novo fator de contaminação.

Os prefeitos também não querem a volta às aulas em maio, preocupados não só com a saúde de crianças e professores, mas com a possível contaminação dos familiares do grupo de risco.

Fonte: Rádio Alto Uruguai e GaúchaZH

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