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Região Noroeste enfrenta maior surto de chikungunya já registrado no RS

Número mais elevado de casos, até então, havia sido contabilizado em 2018, em Santiago, com 11 registros autóctones

16 de abril de 2021
Febre chikungunya é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. (Foto: Raquel Portugal/Fiocruz Imagens)

O município de São Nicolau, no noroeste do Estado, enfrenta o maior surto de febre chikungunya já registrado no Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde confirma, em boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (15), 45 casos da doença na cidade, sendo que 30 são autóctones, quando a doença é contraída no local.

Nenhum dos pacientes desenvolveu a chikungunya de forma grave, mas, de acordo com a coordenadora do programa de arboviroses do RS, Cátia Favreto, em alguns casos, a cura da doença pode demorar. “A doença pode cronificar, e a cura leva mais tempo, pois a pessoa pode apresentar os sintomas por meses”, declarou.

A doença é caracterizada principalmente por dores articulares, mas também são sintomas febre alta, dor lombar e cefaleia. O último surto e o maior até então no Estado foi em 2018 com 11 casos autóctones em Santiago.

O Rio Grande do Sul está em estado de alerta em relação às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Além do surto de chikungunya, são 1.444 casos confirmados de dengue, sendo 1.400 casos autóctones. Já são dois óbitos registrados nos municípios de Erechim e Santa Cruz do Sul. Dos casos autóctones, 93% aconteceram em três municípios: Aratiba, Erechim e Santa Cruz do Sul.

Fonte: Gaúcha ZH

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