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Programa Estadual Bolsa Juventude Rural está com inscrições abertas até 5 de julho

Escritório municipal da Emater/RS-Ascar em Humaitá divulgou informações sobre o programa

23 de junho de 2022
Propriedade dos pais de Guilherme Rohden. (Foto: Divulgação)

O Programa Estadual Bolsa Juventude está com 712 bolsas no valor de R$ 2.000,00 disponíveis para os jovens rurais interessados em desenvolver um projeto produtivo no meio rural.

Quem pode participar?

– Jovens matriculados no 2º ou 3º ano do ensino médio em escolas da rede estadual e Escolas Família Agrícola e Casas Familiares Rurais;

– Ter entre 15 e 29 anos;

– Possuir DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf) ativa – devidamente assinada, até R$ 125.000,00;

– Possuir baixa renda bruta familiar

O que fazer para participar?

Os jovens interessados em participar devem se inscrever através do site www.bolsajuventuderural.com, com e-mail próprio, em dois momentos:

– 1º Se cadastrando no Programa Bolsa Juventude Rural – Criando um login;

– 2º Se inscrevendo e inserindo todos os documentos de uma única vez.

O jovem pode contar com o apoio do Escritório Municipal da Emater/RS – Ascar de cada município para realizar sua inscrição.

Vanessa Schuh. (Foto: Divulgação)

Estes documentos devem ser previamente organizados e conferidos cuidadosamente:

– Termo de Manifestação de Interesse e Aceite das Condições (Anexo I), devidamente preenchido e assinado pelo candidato e por seu representante legal, se o jovem for menor de idade, JUNTAMENTE COM FORMULÁRIO BADESUL;

– Cópia da Carteira de Identidade (frente e verso) – LEGÍVEL – do jovem e de seu representante legal, se menor de idade;

– Cópia do CPF – LEGÍVEL – do jovem e seu representante legal, se menor de idade, também é válida a apresentação do Comprovante de Situação Cadastral no CPF;

– Comprovante de residência – água, luz e telefone, e Declaração FUNAI ou Fundação Cultural Palmares (para indígenas e quilombolas);

– DAP – Ativa, devidamente assinada – Até R$ 125.000,00;

– Extrato da DAP;

– Comprovante de matrícula – emitido pelo sistema Procergs, ou declaração da instituição educacional, em papel timbrado ou logo, devidamente assinado e carimbado;

– Termo de Concordância da Escola/Instituição de ensino – Anexo II;

– Declaração da Instituição de Ensino – Regime de permanência – Internato, semi-internato, externato) – Anexo III;

– Pré-projeto, devidamente assinado, objetivo, respondendo às perguntas, servirá de base para elaboração do Projeto Produtivo, que será enviado se o jovem for selecionado – Anexo VII.

Propriedade dos pais de Gabriela Weber. (Foto: Divulgação)

A região administrativa da Emater/RS – Ascar de Ijuí, que abrange as regiões dos Coredes Celeiro, Noroeste Colonial e grande parte do Corede Alto Jacuí, desde 2017 vem fazendo o assessoramento dos jovens rurais no acesso a esta importante política pública voltada à agricultura familiar.

O objetivo é estimular o jovem a completar seus estudos no ensino médio e também realizar a sucessão rural na propriedade de sua família, oferecendo ao jovem uma oportunidade de desenvolver uma ideia que seja sua, ou faça algo que ele tem o desejo de realizar por sua conta, inovar.

Para receber o recurso, a contrapartida do jovem é providenciar toda a documentação e desenvolver um projeto produtivo. Para isto, pode contar com o apoio da Emater e também da escola em que estuda, sendo que o projeto produtivo deve ter o acompanhamento técnico no seu desenvolvimento.

Em 2017 a região acessou 21 bolsas, 8% em relação ao estado; em 2018, 142 bolsas; em 2019, 116 bolsas; e em 2020, foram 113 bolsas, equivalendo a um percentual de 30% em relação a abrangência de todo o estado nestes três anos. Isto demonstra o esforço da região de Ijuí, realizado pelos jovens, extensionistas rurais e escolas envolvidas, bem como demonstra que nesta região existem muitos jovens interessados nas atividades agropecuárias e em realizar a sucessão rural em suas propriedades e junto de suas famílias.

Os projetos produtivos dos jovens foram os mais variados, desde investimentos na bovinocultura leiteira, grãos e agroindústria, assim como em hortas, pomares, piscicultura, criação de pequenos animais e investimentos na produção de alimentos. Lembrando que podem também ser desenvolvidas atividades não agrícolas, como investimentos para a prestação de serviços de meio rural, desde que seu objetivo seja a geração de renda e não seja atividade principal do projeto produtivo, que deve estar em sintonia com a produção agropecuária.

Fonte: Emater/RS-Ascar - Escritório de Humaitá

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