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Professores seguem em greve no Instituto Maria Cristina de Humaitá

3 de abril de 2018

O Instituto Estadual de Educação Maria Cristina – CIEP, de Humaitá, permanece com as aulas suspensas. Em reunião na manhã de ontem, a maioria dos professores optou por manter a greve por tempo indeterminado.

 

Alguns professores e funcionários, além da direção, comparecem à escola para atendimento, mas a maior parte dos serviços segue suspensa. A partir de amanhã o sindicato parte em caravana pelas cidades do interior, com diferentes roteiros, enfatizando a mobilização e fortalecimento da greve.

 

Segundo as informações atualizadas na manhã de hoje, o Cpers estima que são 15 escolas de portas fechadas na região e 30 em greve parcial. A 21ª CRE, por sua vez, afirma que são 17 em greve total e oito funcionando de forma parcial na região.  

 

CRE e Cpers consideram a paralisação total quando nenhuma turma está funcionando em uma escola. Para a CRE, a paralisação é parcial quando alguma turma tem as aulas comprometidas em um dia da semana ou turno. Para o Cpers, a paralisação é parcial quando parte dos professores de uma escola entra em greve.  

 

Governo ameaça com demissões e Cpers responde

 

O governo do Estado decidiu, após reunião com representantes das coordenadorias regionais de educação, que vai demitir os professores com contratos temporários que aderiram à greve do magistério, iniciada em 5 de setembro. A exoneração ocorrerá se houver substituto disponível para a função.

 

Durante o encontro, os integrantes do Piratini sustentaram que a paralisação tem “caráter político” e que não ajuda a resolver os problemas do Estado. Além dos professores grevistas, funcionários de escola que não estão indo trabalhar também terão desconto no salário devido ao corte do ponto.

 

O presidente do 27º Núcleo do Cpers, professor José Lisandro dos Santos, se manifestou por meio de nota sobre a decisão do governo estadual. Confira trecho do texto:

 

“É a força da nossa Greve que está desestabilizando o governo Sartori (PMDB). Por isso, ele está fazendo ameaças de cortar o ponto e demitir os contratados. Esta perseguição política e tortura psicológica mostram que Sartori não tem argumentos para convencer a categoria e a sociedade de que seu governo é benéfico para a população e a educação pública.

 

Vamos continuar firmes, fortalecer ainda mais a nossa Greve, tornar ainda mais forte o apoio dos pais e alunos. Estamos juntos com a comunidade escolar defendendo a educação pública, enquanto Sartori quer destruí-la.

 

É por isso, que colocou como secretário de educação um empresário ligado a agenda 2020, o qual quer tornar a educação uma mercadoria e não mais um direito de cada ser humano.”

 

*Rádio Alto Uruguai

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