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Por que o mapa do Distanciamento Controlado ficou todo laranja

Tanto os dados da propagação da Covid-19 como os de capacidade de atendimento hospitalar vêm apresentando melhora progressiva nas últimas semanas

29 de setembro de 2020
Comparação do momento mais crítico, na 15ª rodada, até agora, mostra avanço nos indicadores do Distanciamento Controlado. (Imagem: Divulgação)

Depois de 20 mapas e mais de três meses com regiões com risco epidemiológico alto, o Rio Grande do Sul ficou, pela primeira vez, sem nenhuma bandeira vermelha. Na 21ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado, divulgada nesta segunda-feira (28), todo o mapa definitivo aparece em laranja. A cor significa risco médio para coronavírus.

“A pandemia não acabou. Vamos continuar monitorando e acompanhando. Assim como adotamos medidas mais restritivas quando o quadro ficou mais severo, agora indicamos medidas mais brandas com as tendências atuais”, reforçou o governador Eduardo Leite.

O que fez com que o RS voltasse a ter um mapa sem a cor vermelha – o que ocorreu da 2ª semana de Distanciamento Controlado, em 18 de maio, até a 5ª semana, que se encerrou no dia 14 de junho – foram os indicadores levados em conta pelo modelo. Tanto os dados da propagação da Covid-19 como os de capacidade de atendimento hospitalar vêm apresentando melhora progressiva nas últimas semanas. Nesta 21ª rodada, todos os 11 indicadores, na média estadual, melhoraram.

Entre os principais dados do RS estão os seguintes:

• O número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid reduziu 25% entre as duas últimas semanas (de 1.061 para 793);
• O número de internados em UTI por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) reduziu 9% (de 884 para 806);
• O número de internados em leitos clínicos com Covid reduziu 12% (de 778 para 688) e em leitos de UTI com Covid reduziu 5% (de 693 para 658);
• O número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid aumentou 11% (de 614 para 684);
• O número de casos ativos reduziu 9% (de 10.793 para 9.805);
• O número de óbitos por Covid reduziu 19% (de 338 para 273).

Nesta rodada do mapa, nenhuma associação regional de municípios apresentou ao Gabinete de Crise pedido de reconsideração à classificação preliminar. Se de uma semana para a outra o RS apresentou melhoras expressivas, a comparação do momento mais crítico até agora, registrado na 15ª rodada, válida de 18 a 24 de agosto, torna o avanço ainda mais evidente.

Com 4.647 óbitos no acumulado, o Estado tem taxa de 40,67 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes, o que representa a quarta melhor média nacional. Se o RS reproduzisse aqui a média nacional (67,45), mais de 7,5 mil gaúchos teriam perdido a vida para a Covid-19.

Uma das principais ações do governo que ajudaram a salvar vidas, juntamente com o Distanciamento Controlado, foi a ampliação de leitos. O RS aumentou em 102% o total de leitos UTI do SUS desde o início da pandemia, sem contar a rede privada, o que tem impacto no cálculo das bandeiras nos indicadores de capacidade hospitalar e garantiu que nenhuma pessoa morresse por falta de atendimento no Estado.

Fonte: Ascom/Governo do RS

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