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Polícia prende mais um líder de reserva indígena suspeito de dois assassinatos no RS

Votouro, em Benjamin Constant do Sul, foi alvo de operação com mais de 200 policiais no último dia 2 e, mesmo com cinco presos, PF procura mais 10 suspeitos

14 de agosto de 2018
Suspeito de 39 anos estava escondido em um matagal dentro da própria Reserva do Votouro, em Benjamin Constant do Sul (Foto: Polícia Federal/Divulgação)

A Polícia Federal (PF) prendeu na segunda-feira (13), um dos indígenas foragidos da Operação Terra Sem Lei, deflagrada há 11 dias na Reserva do Votouro, em Benjamin Constant do Sul, no norte do Estado. O homem de 39 anos, cuja identidade não foi divulgada, é suspeito de ser um dos líderes do grupo investigado por dois assassinatos e de manter em cárcere privado e torturar o prefeito do município, Itacir Hochmann.

O chefe da PF de Passo Fundo, Mauro Vinicius Soares de Moraes, disse que o indivíduo era um dos principais alvos da polícia, por estar diretamente envolvido nos homicídios, tanto como mandante como executor. Ele destacou ainda que se trata de um dos elementos mais perigosos do bando, pois anda sempre com colete à prova de balas e arma à vista.

O homem preso nesta segunda-feira estava escondido em um matagal dentro da própria reserva. O delegado afirma que as buscas aos demais suspeitos que estão foragidos seguem sendo feitas, e que a principal dificuldade é a falta de informações.

Em março, um indígena foi assassinado dentro da reserva, dando origem às investigações policiais. Depois, em maio, Nathan Cozer Hochmann, de 21 anos, sobrinho do prefeito, teria sido morto por engano na região.

No último dia 2, mais de 200 agentes da PF, da Brigada Militar e do Exército deflagraram a Operação Terra Sem Lei e conseguiram prender quatro suspeitos, sendo três em prisões preventivas e um em flagrante. Conforme Moraes, outros 10 alvos seguem foragidos.

Conforme a PF, os conflitos na aldeia ocorrem por disputa por poder. Diferentes grupos caingangues estariam tentando eleger o cacique. Com isso, ganhariam o direito de arrendar terras para outras pessoas e ter o controle financeiro da aldeia.

Projeto Bombeiros na Escola foi lançado regionalmente
Na manhã do dia 13 de agosto de 2018 o 12º Batalhão de Bombeiros Militar de Ijuí em parceria com a 36ª Coordenadoria Regional de Educação realizaram instrução pedagógica, com a equipe da 36ª CRE, para capacitar Bombeiros Militares que desenvolverão o Projeto Bombeiros na Escola no 2º Semestre de 2018 em escolas públicas dos municípios atendidos pelo 12ºBBM.

Na ocasião estiveram presentes Bombeiros Militares de Ijuí, Cruz Alta, Panambi, Ibirubá, Tapera, Três de Maio, Três Passos e Horizontina, cidades que serão atendidas por este Projeto do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul.

O Projeto Bombeiros na Escola será ministrado aos alunos do 5º do ensino fundamental e visa disseminar o saber prevencionista para esta faixa etária, visando colaborar com a segurança comunitária. O Comando do 12º BBM agradece à 36ª CRE pela apoio ao projeto e aos Bombeiros Militares pela voluntariedade e o desejo de colaborar com suas comunidades por meio deste projeto.

Atendimento do Samu é suspenso em quase todo o RS por paralisação de terceirizados
O atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está suspenso em quase todo o Rio Grande do Sul desde as 19h de ontem. Telefonistas e rádio-operadores paralisaram completamente as atividades por falta de pagamento. Médicos reguladores e equipes estão a postos, mas não podem trabalhar pois não recebem os chamados.

O Samu Estadual só não atende chamados de Porto Alegre, Caxias do Sul, Bagé e Pelotas, que possuem regulação municipal. Todas as demais cidades gaúchas dependem de atendimento na central da Capital, que realiza a triagem e encaminha as equipes, incluindo as bases do Samu em Três Passos e Tenente Portela, por exemplo.

Na noite de ontem, na central onde os telefonistas atendem os chamados, os guichês usados por eles estavam vazios, sem ninguém trabalhando. Pacientes aguardavam atendimento por mais de uma hora. Em um gráfico que mostra o tempo de aguardo das pessoas por atendimento, a reportagem de GaúchaZH constatou uma ligação de 1h30min.

Os telefonistas da FA Recursos Humanos, terceirizada contratada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), afirmam que paralisaram as atividades devido a atrasos no salário. Eles dizem que os atrasos ocorrem há mais de um ano, mas que agora estão desde maio sem receber qualquer valor. O pagamento de vale-transporte também não estaria sendo repassado há 43 dias.

Segundo ela, os telefonistas procuraram a FA Recursos Humanos para cobrar os pagamentos, mas, como encontraram as portas fechadas, decidiram paralisar as atividades.

A SES, via assessoria de imprensa, afirma que todos os pagamentos estão em dia com a empresa e que vai checar nesta terça-feira (14) se a terceirizada não está repassando os valores aos funcionários.

A secretaria diz, ainda, que ficou sabendo da paralisação no final do dia e que imediatamente começou a remanejar funcionários próprios, sem especificar de quais órgãos, para atender aos chamados do Samu.

Fonte: Polícia Federal e GaúchaZH

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