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Operação contra pornografia infantil cumpre mandados no RS; uma pessoa é presa em Ijuí

Investigação é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Ação ocorre também em outros 17 estados brasileiros e em mais cinco países. Uma pessoa foi presa no estado, em Ijuí

9 de junho de 2021
Operação contra pornografia infantil cumpre mandados de busca no RS. (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Uma operação feita nesta quarta-feira (9), em 18 estados brasileiros e cinco países, de combate a crimes de abuso e exploração sexual praticados na internet contra crianças e adolescentes, cumpre mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Sul. No estado, as ações ocorrem em Canoas e Ijuí. Até as 8h15, uma pessoa havia sido presa na cidade do Noroeste gaúcho.

A Operação Internacional Luz na Infância é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), do Ministério da Justiça (MJSP). O objetivo é combater os crimes de pornografia infantil, abuso e exploração sexual infantil na internet. A operação ocorre também na Argentina, Panamá, Estados Unidos, Paraguai e Equador.

Já no Brasil, a ação acontece nos estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Espírito Santo, Rondônia, Mato Grosso, Paraná, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Alagoas, Piauí, Bahia, Maranhão, Rio Grande do Sul e Amazonas.

Segundo a diretora da Divisão da Criança e Adolescente (Deca), do Departamento Estadual de Proteção aos Grupos Vulneráveis (DPGV), delegada Eliana Parahyba Lopes, a operação quer, sobretudo, proteger crianças e adolescentes do elevado número de “predadores” que têm se multiplicado na Internet.

“Também queremos chamar a atenção para o papel dos pais nessas situações, os quais devem estar sempre alertas e vigilantes, inclusive, fazendo uso de dispositivos que assegurem o controle parental”, explica.

Conforme a legislação brasileira, é crime armazenar, produzir e compartilhar conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes. A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento, e de 4 a 8 anos pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Fonte: G1 RS

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