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Norte do Estado tem maior taxa de ocupação de UTIs

Região de Passo Fundo está com 73,2% dos leitos públicos e privados ocupados

21 de abril de 2020
Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo (Foto: Arquivo HSVP / Divulgação)

Os dados mais recentes sobre internações hospitalares no Rio Grande do Sul mostram que o Norte do Estado é a região com maior ocupação de leitos de UTI. Os números, apresentados pelo governador Eduardo Leite, indicam que a região de Passo Fundo e cidades vizinhas está com 73,2% dos leitos públicos e privados de UTI ocupados — seja pela covid-19, seja por outras doenças.

Na segunda posição está a Serra, com 68,2% de ocupação dos leitos intensivos, seguida pela região metropolitana de Porto Alegre, com 64,9% de ocupação.

A região com maior percentual de leitos disponíveis é o Centro do Estado. Em Santa Maria e entorno, há 27,6% de UTIs ocupadas. Na Região dos Vales, a ocupação é de 38,4%; na Região de Ijuí, 50%; e, no Sul, 42,8%.

Ainda conforme os dados obtidos pelo governo do Estado, o Rio Grande do Sul tem, hoje, 1.630 leitos de UTI, dos quais 951 estão ocupados, o que representa 58,3% de taxa de ocupação.

Ocupação de UTIs para covid-19 é de 15%

De acordo com o levantamento, o Estado tem atualmente 54 pacientes com confirmação de covid-19 internados em UTIs. Outros 96 pacientes internados nos leitos intensivos ainda são casos suspeitos. Os 150 pacientes internados por covid-19 representam uma ocupação de 15,7% dos leitos de UTI no Estado.

Estudo indica que Estado evitará quase 300 mortes até o fim de abril

Durante a transmissão ao vivo, nesta segunda , Eduardo Leite também apresentou o resultado de um estudo com projeções de casos de covid-19 no RS. O cálculo projeta que, até o fim de abril, com as medidas restritivas que vêm sendo adotadas, o Estado registre um total de 62 mortes por coronavírus.

A projeção também aponta que, se não fossem adotadas medidas de distanciamento social, o coronavírus mataria 354 pessoas no Estado até o fim do mês.

“Este modelo projeta que chegaremos ao final do mês de abril com 62 mortes, enquanto, sem mitigação, sem a redução de atividades, chegaríamos a 354 mortes. O que significa dizer que estamos falando em salvar quase 300 vidas no Rio Grande do Sul até o final deste mês, por termos adesão das pessoas às restrições de atividades”, destacou Leite.

Fonte: GaúchaZH

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