Leandro Boldrini será o primeiro réu a depor, na tarde desta quarta-feira – Rádio Alto Uruguai | FM 92,5 – FM 106,1
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Leandro Boldrini será o primeiro réu a depor, na tarde desta quarta-feira

Depois do médico, serão ouvidas pela ordem: Graciele Ugulini, Edelvânia Wirganovicz e Evandro Wirganovicz

13 de março de 2019
O primeiro a ser ouvido será Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo. (Fotos: Thomás Silvestre/Rádio Alto Uruguai)

Uma das fases mais importantes do júri do Caso Bernardo vai iniciar na tarde desta quarta-feira (13), o depoimento dos réus. Vencida a oitiva das testemunhas (ao todo 11 pessoas foram ouvidas, de um total de 18 que estavam previstas inicialmente), agora passam a ser inquiridos os réus.

O primeiro a ser ouvido será Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo. A expectativa é que este seja o depoimento mais longo dos quatro, já que a sua defesa explora de forma incessante uma possível “falta de prova cabal” da participação de Leandro no homicídio do próprio filho. O depoimento do médico deve iniciar a tarde e ser finalizado provavelmente somente no início da noite.

Se realmente se confirmar um longo depoimento de Boldrini, os demais três réus serão ouvidos somente amanhã. Pela ordem serão ouvidos Graciele Ugulini, a madrasta; na sequência, Edelvânia Wirganovicz e, por último, Evandro Wirganovicz.

Nesta fase do julgamento, mais uma vez não há um tempo estipulado para que as partes (acusação e defesas) façam questionamentos, por isso não há como prever com certeza o tempo de duração.

Somente após o depoimento dos quatro réus é que terão início os debates orais. Esta etapa deve acontecer somente na sexta-feira. Nos debates, o Ministério Público terá quatro horas para se manifestar. As defesas dos réus terão as mesmas quatro horas (será dividido uma hora para cada réu). O MP ainda poderá utilizar uma réplica, de duas horas. Caso a acusação faça uso da réplica, as defesas terão mais duas horas (tempo novamente divido em quatro partes) para apresentar a tréplica.

Vencida a fase dos debates orais, os jurados irão se reunir para responder aos quesitos que serão formulados pela juíza que preside os trabalhos.

Andamento dos trabalhos nesta quarta-feira

O júri do Caso Bernardo reiniciou nesta quarta-feira para a oitiva das últimas testemunhas arroladas pela acusação. Por volta de 9h15min foi ouvido como informante, Luis Omar, que realizou serviços gerais no Hospital de Caridade e em locais de propriedade de Leandro Boldrini. Ele também é casado com Elaine Rader Pinto, que trabalhou na casa de Boldrini quando o médico ainda era casado com Odilaine Uglione, sua primeira esposa e mãe do menino Bernardo, que se suicidou em 2010.

Logo após, foi ouvida também como informante, a professora Maria Lucia Richter Cremonese, moradora de Campo Novo, cidade-natal de Leandro Boldrini e que foi professora dele no ensino fundamental, além de vizinha da família naquela cidade. Ela relatou impressões que tinha de Leandro na época em que ele ainda era criança e adolescente.

Em função de que a defesa de Leandro abriu mão de ouvir três testemunhas que estavam arroladas, os irmãos de Leandro, Paulo e Wilson Boldrini, e a cunhada, Sonia Maria Lunardi Boldrini, restou apenas a oitiva de Luiz Gabriel Costa Passos, perito grafotécnico, contratado pela defesa de Leandro Boldrini, que foi chamado ao júri para reafirmar que, em sua análise, a assinatura da receita do medicamento midazolam, que foi injetado no menino Bernardo, não é a assinatura do médico. O Ministério Público contesta.

 

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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