Contato Whatsapp:
Contato Whatsapp:
Clima

Humaitá-RS

Clima

São Martinho-RS

Clima

Três Passos-RS

Clima

Crissiumal-RS

Justiça define data para o júri do Caso Bernardo em Três Passos

Data foi definida nesta terça-feira (11) pela juíza do caso, Sucilene Engler Werle, titular da 1ª Vara Judicial de Três Passos

11 de dezembro de 2018

Os quatro réus do processo que apura a morte do menino Bernardo Boldrini, ocorrida em abril de 2014, serão julgados em 11 de março de 2019. A data foi definida nesta terça-feira (11) pela juíza do caso, Sucilene Engler Werle, titular da 1ª Vara Judicial de Três Passos. O júri ocorrerá quase cinco anos depois do assassinato da criança.

A sessão que julgará Leandro Boldrini (pai), Graciele Ugulini (madrasta), Evandro Wirganovicz e Edelvânia Wirganovicz (irmãos acusados de participar do crime) começará às 9h30min e será realizada no salão do júri da Comarca de Três Passos.

Em junho, a Sucilene havia solicitado que o júri fosse transferido para Porto Alegre. Na época, ela alegou que a mudança era necessária para garantir a ordem pública, a imparcialidade do julgamento e a segurança dos acusados. O pedido, no entanto, foi negado Tribunal de Justiça, que manteve o julgamento em Três Passos.

Serão ouvidas 28 testemunhas e interrogados os quatro réus. A previsão é de que o julgamento dure até sete dias. Na decisão desta terça-feira, a magistrada manteve o acesso da imprensa ao julgamento. Sucilene também atendeu o pedido dos advogados de Boldrini e determinou que não haja comunicação entre as testemunhas durante o julgamento.

Testemunhas

A defesa do pai de Bernardo solicitou que a imprensa não tivesse acesso aos depoimentos das testemunhas, com o objetivo de manter a incomunicabilidade das mesmas. Ao analisar o pedido, a juíza considerou que isso não seria possível, sob pena de ferir a Constituição Federal.

— Assim, se nenhuma lei poderá criar embaraços à liberdade de imprensa, qualquer decisão judicial que restringir tal liberdade estará desamparada de legalidade — ressaltou a juíza.

A magistrada determinou a incomunicabilidade das testemunhas, de forma que elas permaneçam à disposição da Justiça, a contar da data de início do julgamento, até o momento imediatamente posterior às oitivas em plenário.

— Devem as testemunhas comparecer no Foro, na data designada, portando objetos de uso pessoal, roupas e todo o necessário para acomodação em hotéis a serem previamente reservados, lembrando-se que ficarão incomunicáveis até que todas as testemunhas sejam inquiridas — determinou.

Acesso ao julgamento

Segundo o Tribunal de Justiça, o salão do júri da Comarca de Três Passos comportará 70 pessoas, incluindo a imprensa e o público em geral. Senhas serão distribuídas aos interessados em acompanhar o julgamento.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

A melhor programaçãoonline

Selecione a rádio
Copyright 2020 ® - Todos os direitos reservados