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Ijuí discute novas potencialidades para as agroindústrias

3 de abril de 2018

Mais de 2.800 agroindústrias familiares são assessoradas no Rio Grande do Sul por meio do Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf). As potencialidades oferecidas pelo Programa do Governo do Estado aos agricultores familiares e os impactos desse segmento produtivo na economia local foram avaliados no 2º Encontro de Agroindústrias Novas Potencialidades, realizado nesta terça-feira (18/07), na Associação Comercial e Industrial de Ijuí.

 

O gerente regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, Carlos Turra, e o vice-prefeito, Valdir Zardin, ressaltaram a importância da política pública para aumentar a renda e fortalecer a família. “Nada melhor do que agregar renda e a agroindústria familiar oferece isso, com as pessoas trabalhando em família. Não é um bicho de sete cabeças, como muitos podem pensar”, disse Zardin.

 

Potencialidades

O extensionista da Emater/RS-Ascar, Edevin Bernich, avalia a situação das agroindústrias em Ijuí. O diagnóstico aponta a ausência de agroindústrias nos segmentos lácteos, conservas, sucos e panificados. “Ainda há muito espaço a ser conquistado”, disse Bernich. O município possui 22 agroindústrias familiares cadastradas no Programa Estadual de Agroindústria Familiar, das quais 17 estão legalizadas.

 

Como acessar o Peaf

Um aspecto importante, como ingressar no Programa, foi abordado pelo engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Erni Breitenbach. Segundo ele, o agricultor deve completar as seguintes etapas: fazer o cadastro no Escritório da Emater/RS-Ascar; obter o alvará sanitário, laudo de potabilidade da água e o licenciamento ambiental, este último documento é encaminhado pela Emater/RS-Ascar. A partir de então, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), que coordena o Peaf, fornece o Certificado de Inclusão, documento que autoriza o dono da agroindústria a usar no rótulo do produto o Selo Sabor Gaúcho.

 

“A SDR está empenhada para que os municípios se organizem e preparem o agricultor para ser um produtor de alimentos”, disse o representante da SDR no encontro, Ernesto Ivo de Lima.

 

Educação e vigilância sanitária

A lei que regulamenta no Brasil a origem de alimentos de origem animal é de 1955. “Eu não diria que essa lei é rígida, mas é segura”, ponderou o médico veterinário da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, Adriano Lorenzoni. A lei da década de 50 viria a dividir, em 1989, com os governos federal, estadual e municipal, a competência de legislar sobre o assunto, sendo criado, em 1993, o Serviço de Inspeção Municipal (SIM).

 

A nutricionista da 17ª Coordenadoria Regional da Saúde (CRS), Regina Halfen, lembrou que um dos objetivos do seu trabalho é orientar o agricultor. “Em primeiro lugar temos de saber em que tipo de atividade o agricultor vai trabalhar, depois olhamos para o projeto arquitetônico, as várias etapas do processo de agroindústria, sempre pensando nas Boas Práticas de Fabricação. Para qualquer família que queira se legalizar, é necessário que um membro dessa família faça um curso de 40 horas, oferecido pelo Centro de Treinamento da Emater”, disse Regina.

 

O 2º Encontro de Agroindústrias Novas Potencialidades foi promovido pela Emater/RS-Ascar, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural, 17º Coordenadoria Regional de Saúde e Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

 

Fonte: Emater-RS/Ascar

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