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Frederico Westphalen: Homem é condenado por júri popular a mais de 22 de prisão

Luiz Carlos Godoy Inglez, de 40 anos de idade foi condenado por matar com 14 facadas e ocultar o cadáver de Dirlei Cavalheiro, à época dos fatos com 36 anos de idade

12 de junho de 2019
Júri popular aconteceu na terça-feira (11), na comarca de Frederico Westphalen (Foto: Cristiane Luza/Folha do Noroeste)

Um júri popular condenou a 22 anos e três meses de prisão, em regime inicialmente fechado, o réu Luiz Carlos Godoy Inglez, de 40 anos de idade. Ele foi acusado de matar com 14 facadas e ocultar o cadáver de Dirlei Cavalheiro, à época dos fatos com 36 anos de idade, que trabalhava como manicure. Na cadeia desde 3 de junho de 2017, o réu foi submetido a júri popular ontem, em sessão presidida pelo juiz de Direito, Alejandro Rayo, no Fórum da Comarca de Frederico Westphalen. Da decisão cabe recurso.

O crime ocorreu no dia 29 de maio de 2017, no apartamento do réu, no centro de Frederico Westphalen. O homem confessou a autoria do crime quando foi detido, alegando que foi motivado por ciúmes da vítima, com quem disse manter um relacionamento extraconjugal, já que a mulher era casada.

Em juízo, afirmou que agiu em legítima defesa e que ela teria avançado sobre ele durante um desentendimento. Após cometer o homicídio, ele colocou o corpo da vítima em uma caixa de papelão, tapou a cabeça com um saco plástico e o transportou com seu carro até as proximidades da ponte sobre o rio da Várzea, onde o deixou em um matagal, às margens da rodovia. Jogou a faca usada e os pertences pessoais da vítima nas águas, e no dia seguinte, levou o carro para lavar em Seberi.

Indígenas encontraram o cadáver em um matagal próximo à ponte sobre o rio da Várzea, ainda no município de FW, na tarde de 2 de junho, três dias após a família registrar o desaparecimento. No laudo, o perito que analisou o cadáver assinalou a crueldade com que a mulher foi morta, com 14 facadas desferidas pelas costas, atingindo-a principalmente na região cervical e na nuca, além de não apresentar qualquer sinal típico de defesa.

Para o somatório da pena, os sete jurados consideraram a ocultação de cadáver e homicídio quadruplamente qualificado por feminicídio, motivo torpe, meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Atuaram na acusação, o promotor de Justiça Denis Gitrone e o advogado Demetryus Grapiglia como assistente. Já a defesa foi feita pela defensora pública Amanda Amaral.

Fonte: Cristiane Luza (Jornal Folha do Noroeste)

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