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Equipes seguem mobilizadas no combate ao Aedes aegypti em Humaitá

Agentes mantêm trabalho de conscientização e eliminação do mosquito. Projeto de Lei recebe ajuste para aumentar o rigor da fiscalização.

25 de abril de 2019
Agentes relatam que, no geral, a população tem colaborado com a eliminação dos focos. (Fotos: Divulgação/Prefeitura Humaitá)

Agentes de combate à endemias, de saúde e demais profissionais envolvidos mantêm o trabalho de conscientização e eliminação dos focos do mosquito transmissor da dengue em Humaitá. No último dia 8, uma palestra foi promovida com alunos de todas as redes de ensino. Nas últimas semanas, também, os agentes de saúde visitaram as residências urbanas para conscientizar a população e notificar os moradores onde foram encontrados focos.

Para aumentar o rigor da fiscalização, os vereadores aprovaram nesta semana uma alteração na Lei Municipal Nº 2.884 que instituiu o Programa de Combate ao mosquito Aedes aegypti. A nova redação do artigo 3º prevê, agora, que “fica vedado qualquer depósito de água da chuva em cisternas ou caixas d’água por tempo indeterminado”. O projeto, inicialmente, previa que apenas depósitos inadequados estariam proibidos. Com a alteração, portanto, todo e qualquer tipo de armazenamento de água da chuva está proibido em Humaitá.

As equipes seguem autorizadas a entrar nas residências e averiguar a situação do imóvel, podendo fazer a limpeza e eliminação do depósito de água. O Comitê de Combate ao Aedes aegypti identificou que a maioria dos focos ocorrem em depósitos de água da chuva. No mês de fevereiro, o último levantamento feito em Humaitá revelou que o índice de infestação predial era de 12,8%, ou seja, a cada 100 residências, 13 possuíam larvas do mosquito. O índice considerado ideal é de até 1%. Acima de 4% a situação é considerada de alto risco.

Os agentes de combate à endemias relataram que, no geral, a população tem colaborado com a eliminação dos focos. A maioria dos moradores notificados, até o momento, está despejando a água armazenada. Os moradores notificados que não regularizarem a situação estão sujeitos ao pagamento de multa. Conforme a Lei provada, a constatação de criadouros ou focos do mosquito nos imóveis será caracterizada como infração sanitária. As infrações estão sujeitas à imposição de multas que variam entre R$ 252,90 (leve), R$ 309,10 (média) e 365,30 (grave).

Em Humaitá, não há casos suspeitos de dengue até o momento. Os veículos da Saúde que diariamente transportam pacientes para cidades como Tenente Portela e Três Passos, onde há casos confirmados da doença, estão equipados com repelentes. Todos os pacientes devem passar repelente para não serem contaminados durante as viagens.

 

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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