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Emater continua verificação dos efeitos da geada da última semana

Perdas pontuais e localizadas ocorreram na cultura do trigo, mas ainda não foram quantificadas

29 de agosto de 2020
(Foto: Divulgação/Emater)

Nesta semana, extensionistas, técnicos, imprensa e agricultores não trabalharam e falaram em outro assunto a não ser a geada ocorrida na última semana e as possíveis perdas e prejuízos causados às culturas, principalmente do trigo. Isso porque, de acordo com o Gerente de Planejamento (GPL), Rogério Mazzardo, a principal cultura de inverno no Estado é o trigo, que ocupa em torno de 920 mil hectares nesta safra, concentrada nas regiões Norte, Noroeste, Central e Missões.

Estima-se nesta semana que 20% da área está nos estágios reprodutivos, emissão de espigas, floração e formação de grãos, ou seja, as fases mais sensíveis aos efeitos climáticos, em decorrência das geadas que ocorreram há poucos dias. Diante disso, pode-se afirmar que várias lavouras têm apresentado quebra de produtividade, mas ainda difícil de mensurar quanto foi danificado, seja em quantidade ou qualidade, o grão para esta safra.

Nos próximos dias, os técnicos da Emater/RS continuarão a campo para acompanhar e verificar os efeitos dessas perdas nas lavouras. Perdas pontuais e localizadas ocorreram, mas ainda não foram quantificadas. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado pela GPL nesta quinta-feira (27/08), a entrada de uma forte massa de ar frio provocou queda brusca de temperatura e formação de geadas na semana anterior, que trouxeram consequências ao trigo, devido aos estágios de desenvolvimento mais suscetíveis às condições de frio.

Na maioria das regiões, principalmente meio-norte do Estado, a forte geada provocou danos nas lavouras em floração e em início do enchimento de grão. Até mesmo nos Campos de Cima da Serra, as primeiras áreas semeadas que já se encontram em fase de emborrachamento poderão apresentar perdas significativas. Essas perdas só poderão ser mensuradas nos próximos dias quando os danos puderem ser visualizados.

Na região de Frederico Westphalen, as chuvas fortes, ventanias e queda de granizo causaram tombamento em algumas áreas. Na sequência, as geadas também ampliam os riscos de perdas às lavouras, a serem dimensionadas ao longo da semana. Na regional de Pelotas, as geadas não causaram danos. Desde sábado (22), nas áreas danificadas pela geada já era possível visualizar os efeitos de queimadura de folhas, branqueamento de espigas e danos nos colmos, principalmente próximo aos últimos entrenós.

Fonte: Emater/RS-Ascar

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