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DNIT não confirma reinstalação de lombadas eletrônicas na BR 468

DNIT e MPF seguem trabalhando em um acordo para instalação de radares eletrônicos em áreas urbanas de rodovias, e não há confirmação quanto à BR 468

12 de julho de 2019
Lombadas eletrônicas em Três Passos, no km 102 da BR 468, próximo ao Seminário São Pascoal, foram retiradas no início do ano (Foto: Vinicius Araujo/Arquivo/Rádio Alto Uruguai)

A reportagem da Rádio Alto Uruguai manteve contato com o DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, esta semana, buscando informações quanto à reinstalação de equipamentos controladores de velocidade na principal rodovia federal da região Celeiro, a BR 468, e se esta medida realmente já estava decidida.

De acordo com informações repassadas pela assessoria de comunicação da superintendência do DNIT-RS, o órgão e o Ministério Público Federal (MPF) “seguem trabalhando em um acordo para instalação de radares eletrônicos em áreas urbanas de rodovias”, porém, não há nenhuma informação que garanta, neste momento, que os equipamentos serão novamente instalados em rodovias da região, nem quando isto será efetivado.

Esse panorama, inclusive, é em nível nacional. O DNIT, responsável pelas estradas que compõe a malha federal de rodovias em todo o Brasil, não estabeleceu um cronograma integral para reinstalar controladores de velocidade, nem mesmo decidiu quais pontos serão contemplados com os equipamentos.

A BR 468, que possui extensão de Palmeira das Missões até a localidade de Porto Soberbo, no município de Tiradentes do Sul, na fronteira com a Argentina, possuía seis lombadas eletrônicas até o início deste ano: em Esquina Boa Vista, no município de Campo Novo; em trecho próximo ao Seminário São Pascoal, em Três Passos; e na localidade de Novo Planalto, em Tiradentes do Sul. Também haviam sido instalados nos últimos anos, dois redutores de velocidade (pardais) nas proximidades do trevo de acesso à São Martinho, também em Esquina Boa Vista, no entroncamento da BR 468 com a ERS 210.

Os equipamentos foram retirados no início de 2019, após o término de contrato com a empresa Kopp Tecnologia, que detinha o contrato de aluguel dos equipamentos desde 2010.

A empresa Fotosensores Tecnologia Eletrônica, do Ceará, foi vencedora da nova licitação, em 2018. Em fevereiro deste ano, ao menos 166 novos pardais e lombadas eletrônicas em rodovias federais no território gaúcho já contavam com locais consolidados. Porém, o governo federal ainda não decidiu quais serão todos os pontos que receberão redutores de velocidade a partir desta nova contratação. O certo é que na região Noroeste ainda não há previsão.

PRF está instalando contadores de fluxo de veículos

Para a assessoria de comunicação do DNIT-RS, o que pode estar causando confusão para os cidadãos, é o fato de a Polícia Rodoviária Federal (PRF) estar instalando, nos últimos meses, uma série de equipamentos denominados como “contadores de fluxo de veículos”, em rodovias do Rio Grande do Sul. Os equipamentos são semelhantes aos chamados “pardais” e podem confundir os usuários.

Esta semana, por exemplo, um grave acidente na BR 386, na divisa entre Almirante Tamandaré do Sul e Sarandi, na ponte sobre o rio Turvo, pode ter sido causado justamente em função de um destes equipamentos. Uma das hipóteses levantadas para o acidente que envolveu três veículos e um caminhão, e deixou duas pessoas mortas, na segunda-feira (08), foi a de que o condutor de um dos automóveis que estava mais a frente teria freado bruscamente ao se deparar com o equipamento às margens da rodovia.

Outro problema apontado pelos usuários deste trecho da BR 386 é a falta de sinalização quanto a este contador.

Segundo o chefe do Núcleo de Operações da 8ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF), com sede em Sarandi, Cleverson Batista, o equipamento instalado naquele ponto é um contador de fluxo que não afere velocidade e não funciona como radar.

Em entrevista à Rádio Diário da Manhã, de Carazinho, o agente explicou que com o contador instalado será possível juntar dados sobre o número de veículos que passam na rodovia todos os dias e subsidiar questões de investimento para o trecho. “Ele serve para formar uma base de dados sobre o tipo de veículos que passa no local, por exemplo, mais caminhões ou mais carros. Todos esses dados são importantes para subsidiar questões de investimento para a rodovia”, frisou.

Sobre a falta de sinalização na rodovia, alertando sobre contador instalado na cabeceira da ponte, Batista diz que o “controlador ainda não está em funcionamento e a empresa licitante ainda está executando a obra dentro do cronograma estabelecido”.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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