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Defesas de três condenados no Caso Bernardo adiantam que irão recorrer da sentença

Representantes de Graciele, Edelvânia e Evandro, já anunciaram que deverão apelar da sentença

15 de março de 2019
Júri foi concluído no início da noite desta sexta-feira, após cinco dias de trabalhos (Fotos: Rádio Alto Uruguai)

Após a confirmação das sentenças do Caso Bernardo, na noite desta sexta-feira (15), com a confirmação da condenação dos quatro réus, as defesas de pelos menos três deles confirmaram à imprensa que deverão recorrer.

Vanderlei Pompeo de Mattos, advogado de Graciele Ugulini, diz que deve apresentar alegações para tentar reverter a sentença. O advogado Jean Severo, que defende Edelvânia Wirganovicz, também confirmou que deverá recorrer. Já o advogado Luiz Geraldo Gomes dos Santos, que faz a defesa de Evandro Wirganovicz, também informou que irá recorrer e solicitar o mais breve possível a soltura de seu cliente, que poderá apelar em regime semi-aberto.

Os três foram condenados nesta sexta-feira no julgamento sobre o assassinato do menino Bernardo Uglione Boldrini, ocorrido em abril de 2014. O advogado Ezequiel Vetoretti, um dos defensores de Leandro Boldrini, pai da vítima, apenas disse à nossa reportagem que irá aguardar a abertura de prazo para avaliar de que forma poderá recorrer da decisão e se apresentará algum tipo de nulidade.

A madrasta Graciele Ugulini foi condenada por homicídio de motivo torpe, fútil, emprego de veneno, dissimulação e ocultação de cadáver. Ela foi sentenciada a 34 anos e 7 meses de prisão em regime fechado.
Leandro foi sentenciado a um total de 33 anos e 8 meses de reclusão, em regime fechado.

Evandro foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão, sendo 8 anos por homicídio simples e 1 ano e 6 meses por ocultação de cadáver. Preso desde maio de 2014, ele irá cumprir o restante da pena em regime semiaberto.

Edelvânia Wirganovicz foi condenada a 23 anos de reclusão, inicialmente em regime fechado. Destes, 21 anos e 4 meses pelo homicídio e 1 ano e 6 meses por ocultação de cadáver. Ela também estava presa desde 2014.

Cada um dos sete jurados respondeu a nove quesitos para cada um dos réus. A sentença foi lida pela juíza Sucilene Engler.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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