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Casos confirmados de toxoplasmose sobem para 51 em Santa Maria

Surto da doença teve 193 notificações enquanto prefeitura analisa pontos de captação de água da cidade

25 de abril de 2018
Foto: Rodrigo Nunes / Ministério da Saúde

A Prefeitura de Santa Maria, na região Central, informou, na noite de ontem (24), que mais 30 pessoas tiveram confirmados quadros de Toxoplasmose, chegando a um total de 51 em 2018. A cidade vive um surto da doença, o que exige atenção redobrada das autoridades e da população.

Foram feitas 193 notificações de casos suspeitos e, desse total, 90 amostras foram coletadas, com oito dos 51 casos confirmados envolvendo gestantes. Outros nove deram negativo e 30 amostras seguem aguardando resultado. De acordo com o Boletim de Investigação Epidemiológica, os casos foram contraídos em 18 bairros da cidade.

O prefeito Jorge Pozzobom se reuniu, na tarde de ontem, com o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, e com o secretário de Saúde, Francisco de Assis Figueiredo. Em Brasília, Pozzobom solicitou auxílio para reforçar o estoque de medicamentos na cidade. A União se comprometeu a enviar remédios a Santa Maria. Além disso, uma equipe do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS) vai auxiliar nas buscas pela origem e pela forma de contaminação da doença.

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) finalizou a coleta de oito amostras de água da Corsan distribuída no município. As amostras serão enviadas ao Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Sul (Lacen/RS) e, posteriormente, ao Laboratório de Saúde Pública e Zoonoses da Universidade Estadual de Londrina, no Paraná – o único do País que analisa o DNA do protozoário causador da toxoplasmose.

Na segunda-feira (23), foram coletadas amostras na Estação de Tratamento da Corsan, que fica no bairro Juscelino Kubitschek. No local, foram recolhidas nove amostragens de 500ml cada, de diferentes pontos do processo, como no lodo do decantador. Nesses ambientes, os “ovos” do protozoário causador da toxoplasmose podem sobreviver por um período maior. Assim, é possível identificar se houve a presença do organismo na água nos últimos meses.

Fonte: Correio do Povo

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