Caminhões não recolheram leite em propriedades de Humaitá e Sede Nova – Rádio Alto Uruguai | FM 92,5 – FM 106,1
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Caminhões não recolheram leite em propriedades de Humaitá e Sede Nova

Muitos caminhões que transportam o leite das propriedades estão parados em meio aos protestos. Em Sanga Freitas, um produtor já teve que despejar a produção.

23 de maio de 2018
A propriedade de Ernani Backes, em Sanga Freitas, foi uma das afetadas. (Foto: Arquivo pessoal/Ernani Backes)

A manifestação dos caminhoneiros, que protestam contra a alta no preço dos combustíveis, entrou no terceiro dia de paralisações em todo o país e começa a afetar alguns setores em nossa região. Um dos mais impactados é o da pecuária leiteira.

Muitos caminhões que transportam leite das propriedades até os postos de resfriamento, e dos postos até a indústria, estão parados em meio aos protestos. Diante deste cenário, o recolhimento do leite nas propriedades começa a ser afetado.

Alguns produtores das localidades de Sanga Freitas e Lajeado Jacú, no interior de Humaitá, informaram que hoje a produção não foi recolhida. Em outros casos apenas houve atraso no recolhimento. Também há relatos de que os caminhões não conseguiram recolher o leite em algumas propriedades nas localidades de Monte Belo e Santa Terezinha, no interior de Sede Nova.

Em Sanga Freitas, o agricultor Ernani Backes já teve que descartar 450 litros de leite nesta quarta-feira, por não ter lugar para armazenar. Amanhã devem ser jogados fora cerca de 1.000 litros, segundo ele, caso a situação não se normalize.

Outros agricultores ouvidos por nossa reportagem informaram que vão conseguir armazenar a produção de hoje, mas amanhã, caso o recolhimento não seja realizado, a produção será descartada.

Veja imagens do leite descartado na propriedade de Ernani Backes:

Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios (Sindilat), Alexandre Guerra, em alguns pontos de protesto os caminhões foram liberados, mas em outros há veículos carregados nas rodovias. A situação também deixa alguns postos de recebimento lotados, sem ter como despachar a produção. Alguns motoristas buscam rotas alternativas, porém outros evitam fazer o transporte para não enfrentar os bloqueios.

Confira o áudio da entrevista realizada hoje pela manhã com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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