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BRs 386 e 158 são recuperadas no Norte do Rio Grande do Sul

Trecho em recuperação fica entre Iraí e Boa Vista das Missões

29 de outubro de 2020
A rodovia federal recebe melhorias em pontos mais críticos. (Foto: Folha do Noroeste / Divulgação / CP)

As BRs 386 e 158, entre as cidades de Iraí, na divisa com Santa Catarina e Boa Vista das Missões, estão sendo recuperadas numa extensão de 67 km. Além da substituição do asfalto já desgastado, em vários trechos é procedida a limpeza de sarjetas, abertura de valas na lateral da pista a fim de escoar a água da chuva, além de feita a sinalização da rodovia e a poda de árvores ao longo do trecho.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informa que o contrato de dois anos com a empresa Neovia Engenharia prevê melhorias no trecho entre Iraí e Boa Vista das Missões (coincidente BR 386/BR 158) e da BR 158, de Boa Vista das Missões a Panambi. O contrato tem um valor total de R$ 25 milhões. Para esta etapa, o governo federal liberou R$ 7 milhões.

Segundo o Dnit, após a recuperação haverá um trabalho constante de conservação da rodovia que registra um trânsito intenso de veículos. No trajeto de Iraí a Boa Vista das Missões, passando por Frederico Westphalen e Seberi, trafegam milhares de caminhões de carga diariamente, que ingressam e saem do Rio Grande do Sul em Iraí, divisa com o estado catarinense.

Em Frederico Westphalen, no Bairro Bela Vista, entrada da cidade, está sendo construída uma terceira via, numa extensão de 700 metros.

Faixas de domínio

O Dnit informou, ainda, que em vários locais da rodovia que passam por áreas urbanas estão sendo abertas valas que visam melhorar a drenagem às margens da rodovia, evitando casos de aquaplanagem, permitindo que a água saia livremente da pista de rolamento e do acostamento. As valas servem ainda para impedir o uso indevido da faixa de domínio.

Em nota, o Dnit informa que algumas ruas laterais que fluem para trevos da cidade estavam tendo outros pontos de acessos irregulares à rodovia de forma direta e foram realizadas as valas que existiam anteriormente. “Desconhecemos qualquer empreendimento existente que tenha ficado sem acesso de veículos para a rodovia. Cabe salientar que o Dnit somente autoriza por escrito obras dentro da faixa de domínio da rodovia, e qualquer ação realizada dentro da mesma deve possuir autorização da autarquia”, cita o órgão federal.

Ainda segundo a autarquia, aterros irregulares dentro da faixa de domínio, também possuem a restrição de continuidade através de valas. “As valas são executadas preferencialmente para a drenagem da rodovia, e em alguns casos para disciplinar e orientar o acesso à rodovia, visando garantir a segurança para os mais de 10 mil motoristas que percorrem a rodovia diariamente”, conclui.

Fonte: Correio do Povo

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