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Auditoria confirma que não houve irregularidade em urnas de Humaitá e Sede Nova

Foram auditadas duas urnas: uma instalada na localidade de Monte Belo, interior de Sede Nova; e outra no Instituto Maria Cristina, de Humaitá.

22 de outubro de 2018
Nenhuma irregularidade técnica foi verificada nas urnas auditadas. (Fotos: Micheli Klein/Rádio Alto Uruguai)

O Cartório Eleitoral da 91ª Zona Eleitoral, com sede em Crissiumal, promoveu na tarde da última sexta-feira uma auditoria em duas urnas utilizadas nas eleições do primeiro turno. A auditoria ocorreu na urna da seção 34, situada na localidade de Monte Belo, interior de Sede Nova, e na urna da seção 25, situada no Instituto Maria Cristina, no centro de Humaitá. O procedimento iniciou às 14h e foi realizado na sede do Fórum, com a presença da imprensa e representantes de partidos políticos.

As duas urnas escolhidas foram as únicas que registraram reclamações. Na seção de Monte Belo, um eleitor relatou que digitou o número de seu candidato a presidente e em seguida o voto apareceu nulo. Segundo relato do eleitor, registrado na ata da seção, a tela da urna voltou a mostrar a opção para voto a presidente, sendo que o eleitor então digitou novamente os números e aí sim confirmou o voto. No caso registrado em Humaitá, a Brigada Militar compareceu na seção 25, informando que recebeu a denúncia de um eleitor que votou, porém a foto do candidato não teria aparecido. Em ata, foi relatado que o eleitor não informou nenhuma irregularidade durante o processo de votação e que tal reclamação deveria ter sido feita na hora.

Os procedimentos realizados na última sexta-feira, na sede do Cartório Eleitoral, começaram pela conferência dos lacres adesivos, que fecham as portas de entrada e saída das urnas. Em seguida, foram conferidos os “hash”, que são os resumos digitais do programa colocado na urna. Gerado na cerimônia de lacração, sua comparação também permite assegurar a integridade do sistema. Também houve a emissão de um novo Boletim de Urna e verificação do Registro Digital do Voto, os documentos registram o resultado da urna e verificam toda a informação que for digitada nela.

Nenhuma irregularidade técnica foi verificada nas urnas auditadas. Os questionamentos relatados em nossa região são similares aos recebidos em âmbito estadual. O secretário de Tecnologia da Informação do TRE-RS, Daniel Wobeto, afirmou que a maior parte dos casos reportados diz respeito a erros de procedimento por parte dos eleitores. De acordo com ele, foram identificados muitos votos para cargos em ordem equivocada.

Segundo o Coordenador de Eleições do TRE-RS, Cássio Vicente Zasso, 115 mil gaúchos anularam o voto para governador por digitar um número que não correspondia a qualquer candidato que disputava aquele cargo. —  Eram digitados números de candidatos a presidente que não tinham representantes disputando o governo do Estado. E depois o eleitor alega que os votos não são computados – afirmou Cassio.

Muitos dos questionamentos ainda são devido à quantidade de fake news que circularam a respeito da possibilidade de fraude nas urnas eletrônicas e que podem ter criado um clima de tensão. A Justiça Eleitoral tem convicção de que todos os votos dados pelos eleitores foram corretamente gravados pelas urnas.

Fonte: Rádio Alto Uruguai

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