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Apesar das perdas, Cotricampo projeta que produção do moinho não será comprometida

Cooperativa processa somente trigo entregue pelos associados. Projeta-se uma produção menor que a esperada e preços mais altos que o ano passado

28 de outubro de 2020
Moinho Cotricampo. (Foto: Divulgação/Cotricampo)

A maior parte dos moinhos gaúchos compra o trigo local para misturar com grão estrangeiro e obter a qualidade da farinha exigida pelo mercado. Exceção à regra, a Cotricampo, que integra produtores de 17 municípios da região Noroeste, utiliza em seu moinho apenas os grãos entregues por seus associados.

O presidente da cooperativa, Gelson Bridi, em entrevista ao jornal Correio do Povo, afirmou que é muito cedo para fazer uma avaliação das perdas que a cultura sofreu neste ano. Para o dirigente, o que se pode confirmar até o momento é uma produção menor que a esperada e preços bem mais altos que os do ano passado.

A Cotricampo recebe em torno de 120 mil toneladas de trigo por ano, oriundas de 3.800 produtores. Deste total, 60 mil toneladas são destinadas à produção de farinha e o restante colocado à venda no balcão. Bridi admite que vai haver perda, mas não chegará ao ponto de comprometer a indústria.

O presidente afirmou, ainda, que a Cotricampo tem grande preocupação com a qualidade do trigo e reconhece que ela será afetada, assim como o volume de produção. Bridi relata que a cooperativa faz um trabalho de segregação dos grãos junto ao produtor, o que garante uma qualidade média superior. São 40 técnicos que durante toda a safra vão a campo acompanhar o agricultor, o que assegura a qualidade necessária para atender o moinho.

A unidade industrial tem capacidade para transformar 220 toneladas de trigo em farinha por dia.

Fonte: Rádio Alto Uruguai - Com informações do Correio do Povo

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