Abelhas de 200 colmeias são encontradas mortas em São José das Missões – Rádio Alto Uruguai | FM 92,5 – FM 106,1
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Abelhas de 200 colmeias são encontradas mortas em São José das Missões

A possível causa foi a contaminação por aplicação inadequada de inseticida nas lavouras.

3 de janeiro de 2019
Morreram aproximadamente 12 milhões de abelhas. (Foto: Andressa Sperling/Divulgação/CP)

Tendo como possível causa a contaminação por aplicação inadequada de inseticida nas lavouras, abelhas de 200 colmeias de seis criadores de São José das Missões, no Norte do Estado, foram encontradas mortas nos últimos dias. A mortandade ocorreu na localidade de Linha Progresso, distante 6 km da cidade. Segundo o agrônomo da Emater Mairo Piovesan, calcula-se que morreram aproximadamente 12 milhões de abelhas, levando em conta que, em cada colmeia, vivem 60 mil insetos.

A provável causa da morte foi a utilização de inseticida a base de Fipronil para o controle do tamanduá-da-soja. “O uso do inseticida a base de Fipronil é autorizado na cultura da soja, porém, a sua utilização conjunta no mesmo tanque de pulverização com Glifosato na dessecação das plantas daninhas da soja atingiu plantas de Nabo Forrageiro, onde se encontravam as abelhas”, explica Piovesan.

A aplicação teria acontecido numa lavoura distante 3 km das colmeias. “Como as abelhas circulam num diâmetro de 6 km, elas acabaram chegando às flores do nabo forrageiro e se contaminado, depois, ao retornarem às colmeias, infectado toda a sociedade de abelhas, ou seja, nas caixas onde vivem e produzem o mel”, complementa.

A Patrulha Ambiental da Brigada Militar de Frederico Westphalen esteve no local e fez o levantamento da situação. O caso também foi registrado na Delegacia de Polícia de Palmeira das Missões. O prejuízo está sendo calculado e um relatório será juntado à investigação. Cada colmeia produz aproximadamente 40 quilos de mel por ano. A Emater informou, ainda, que está auxiliando os apicultores e orientando os trabalhadores a não consumirem nem comercializarem o mel estocado nas caixas.

Fonte: Correio do Povo

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